Sinproesemma recebe denúncia de cobrança ilegal de taxa em Escola de Imperatriz
O Sindicato dos trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA) recebeu denúncias de cobranças de taxas irregulares aos alunos em escolas militares, sob gestão do governo do Estado. Uma delas é a Escola Militar de Imperatriz, no Sul do Maranhão.
Em relatório enviado ao Sindicato, professores denunciam que além dos assédios morais constantes contra os educadores, o gestor regional permite a cobrança de taxas na escola. “Gostaríamos de saber por que a Escola Militar de Imperatriz tem o direito de cobrar taxa de seus alunos, enquanto que as demais escolas estaduais são proibidas”, questionam os professores no relatório.
De acordo com a direção do sindicato, o caso de Imperatriz é apenas um entre outros que já foram relatados à entidade. O presidente do sindicato, Júlio Pinheiro, informou que irá apurar as denúncias de Imperatriz e também de outras escolas militares para tomar providências junto aos órgãos competentes para resolver a irregularidade.
Além das taxas, os professores de Imperatriz, que estão em greve, com adesão significativa, denunciam que estão sendo vítimas de ataques do gestor regional, Agostinho Noleto. “Chamam-nos de descompromissados e irresponsáveis com educação”. Os adjetivos, na opinião dos professores de Imperatriz, não são condizentes com a realidade, haja vista que os educadores estão em greve há quase 70 dias, cobrando reajuste salarial e outros direitos para que desenvolvam suas atividades em melhores circunstâncias, o que reflete na qualidade do ensino, um exemplo de compromisso e responsabilidade com a educação pública, enquanto que a governadora Roseana Sarney não demonstra nenhum interesse em atender os professores para encerrar o movimento grevista.
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