Ao contrário do que os blogueiros miranteanos Décio Sá e Gilberto Léda andam divulgando erroneamente em seus diários oficiais do governo Roseana Sarney, o Supremo Tribunal Federal (STF) não considerou ilegal o movimento deflagrado pelos professores da rede pública estadual e pelo SINPROESSEMA.
A mídia roseanista tem feito pressão para fazer com que os professores abandonem o movimento, para que o sindicato da categoria perca o poder de barganha.
Primeiro tentaram esvaziar o discurso dos professores, alegando que eles recebiam o melhor salário do Brasil. A campanha foi amplamente divulgada nos meios de comunicação da família Sarney e não obteve êxito, forçando a SEDUC a mudar de estratégia.
Eis que então a secretária de educação, Olga Simão (ex-telefonista de Roseana) anunciou que descontaria os dias em que os grevistas não trabalharam para forçá-los a desertar do movimento grevista, mais uma vez sem êxito.
Por último, o “melhor governo” manipulou estudantes ligados aos movimentos baderneiros que dizem representar o movimento estudantil, para tentar invadir a sede do SINPROESSEMA, sob o pretexto de que estariam protestando para estudar. Pura balela. Alguns dizem até que eles foram patrocinados por uma certa secretaria de estado que “pagou” a quantia de R$ 30,00 para cada “estudante” que participou do movimento.
Agora tentam pressionar o sindicato alegando que o mesmo já deve a quantia de R$ 950.000,00 por desobedecer a liminar do desembargador Marcelo Carvalho, que decretou a greve ilegal e determinou a volta imediata dos professores à sala de aula.
Enquanto o “melhor governo da vida” de Roseana Sarney se nega a atender as reivindicações dos professores, que lutam pela implantação do Estatuto do Educador, mais de 500 mil estudantes da rede pública estadual estão com o ano letivo comprometido e podem, inclusive, perder o vestibular que já está à porta.
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